A mim ficam perguntas, muitas. Mas a mais candente é: por qual motivo as pessoas, lideranças, se arraigam nas coordenações de serviços pastorais e dali não saem mais?
Mesmo não dando conta, desmotivada, as vezes jogando contra a própria Igreja, não "largam o osso"
É busca de prestígio? Estar próximo ao padre, ao bispo?
Estar a frente de um serviço? Desejo de poder e controle?
Considerar-se mais santo?
E as pessoas que saem da comunidade por tais razões as vemos sempre em mAior número. Quando saímos de nós e fomos questionar sua saída?
De outro lado, vejo a centralização de toda ação pastoral na pessoa do padre, conselhos que ratificam, ministérios só os que servem ao altar e às celebrações, celebrações e eventos de massa, intimista. Jesus eucarístico que perambula por dentro das igrejas em toda celebração. E agora encontros com viés de "gênero" congresso de mulheres, terço dos homens. A que tipo de igreja esse movimento nos levará?